TRENDING NOW

OS CROODS é uma comédia pré-histórica que acompanha a atrapalhada e divertida aventura da primeira família que já habitou a Terra, enquanto eles partem em busca de uma nova casa, depois que a caverna do clã foi destruída. O que os Croods não sabiam era que além das pedras da caverna, existia um mundo novo e fantástico, que mudaria suas vidas para sempre. 

Lançamento: Março 2013

Dublagem: Nicolas Cage, Ryan Reynolds, Emma Stone, Catherine Keener, Clark Duke, Cloris Leachman

Diretores: Chris Sanders, Kirk DeMicco.

Animação, produzido pela DreamWorks Animation e distribuído pela 20th Century Fox. O elenco de voz é composto por Nicolas Cage, Ryan Reynolds, Emma Stone, Catherine Keener, Clark Duke, Cloris Leachman entre outros. O filme é ambientado na era pré-histórica, quando a posição de um homem como "Líder da Caça" é ameaçada pela chegada de um gênio pré-histórico que surge com novas invenções revolucionárias como o fogo.
Os Croods foi escrito e dirigido por Kirk DeMicco e Chris Sanders e produzido por Kristine Belson e Jane Hartwell. Ele foi lançado nos cinemas em 22 de março de 2013. Como parte do acordo de distribuição, este foi o primeiro filme da DreamWorks Animation distribuído pela 20th Century Fox, desde a saída de Paramount Pictures em 2012 com o A Origem dos Guardiões.



RPG para o PlayStation Portable. O jogo possui um sistema de batalha baseado em turnos e permite ao jogador selecionar a ordem em que os personagens devem agir. As ações que um personagem pode fazer durante a batalha são "Attack" (permite que o personagem ataque fisicamente um oponente), "Mana" (habilita o personagem a realizar habilidades e magia), "Guard" (permite que o personagem se defronta contra o adversário ataque), "Item" (permite que o personagem use um item no inventário) e "Escape" (permite que os personagens escapem da batalha).
A magia é realizada através da colocação de jóias denominadas "lusces" para acessórios como anéis e colares. A força ea eficácia das lusces e outras habilidades são melhoradas através do uso repetitivo; mais freqüentemente as habilidades e lusces são usadas, quanto mais elas se tornam poderosas.
Os personagens que possuem "orbes de dragão" elementais também são capazes de usar "habilidades de dragão", que são poderosos ataques elementares. Certas habilidades de dragão, quando executadas sucessivamente, produzem efeitos elementares prejudiciais adicionais chamados "combos elementares". Por exemplo, executar as habilidades do dragão "Water Swing" e "Thunder Slash" em sucessão produzem o combo elementar "Landslide".
A guerra não acaba quando a paz é assinada. Um grupo de jovens prisioneiros alemães de guerra não podem voltar para casa até desenterrarem mais de dois milhões de minas escondidas na Dinamarca, com suas próprias mãos.
Data de lançamento: 7 de abril de 2016 (Alemanha)
Direção: Martin Pieter Zandvliet
Bilheteria: 2,7 milhões USD
Prêmios: Prêmio Bodil - Melhor Ator,
Indicações: Oscar de Melhor Filme Estrangeiro

Leia Mais: Under Sandet 2015

White Knight Chronicles: Origins  é um jogo de vídeo de role-playing desenvolvido pela SCE Japan Studio , e publicado pela Sony Computer Entertainment exclusivamente para o PlayStation Portable. O jogo é uma preqüência do título de White Knight Chronicles de 2008, e foi anunciado para o Japão na edição de 30 de junho de 2010 da Famitsu e foi finalmente lançado em 3 de fevereiro de 2011. Na Europa, o jogo foi lançado no dia 8 de junho na maioria dos europeus países, 9 de junho para a Austrália e Nova Zelândia e 10 de junho para o Reino Unido e a Irlanda.  Infelizmente, já não havia planos para uma versão norte-americana.
O sistema de batalha usado em White Knight Chronicles: Origin é um sistema em tempo real idêntico ao de sua contraparte de console, onde o modo de batalha é iniciado automaticamente quando os inimigos estão presentes.


Em uma interpretação soberba, que externa traços de caráter de maneira suave mas inequívoca, Nads Mikkelsen é, em A Caça (Jagten, Dinamarca, 2012), Lucas, um homem de meia idade que trabalha em um jardim de infânci. Pelas conversas ácidas de Lucas com sua ex-lmulher ao telefone, depreende-se que ela o considera um fracassaso, e vem usando isso contra  Lucas no processo de guarda de seu filho adolescente. Mas, entre as crianças da escola, Lucas irradia amor, dedicação, paciência e, no trato com a pequena mas imensamente ansiosa Klara (Annika Weddrkopp), filha de um amigo, singular sensibilidade, Klara adora Lucas. E por isso se volta contra ele: numa brincadeira, ela externa sua afeição com ardor demais; Lucas contém: e Klara, magoada, associa esse episódio a um outro que se passou em sua casa dias antes. É uma manhã que começou como qualquer outra terminará num furacão: Klara, com aquele jeito das crianças de entender e não entender o que estão fazendo, acusa Lucas de  tê-la molestado. A diretora da escola decide dar a ele o benefício da dúvida, mas não se aguenta na resolução mais do que algumas horas. O psicólogo chamado a entrevistar Klara rejeita a tentativa da menina de desfazer o mal-entendido; ela se confunde e quase já não sabe mais o que é verdade. A história corre pela pequena comunidade, outras crianças vêm repetir a acusação, e Lucas se vê mergulhadol na desgraça mais vil que é possível imaginar.

Neste filme espetacular e devastador, o dinamarquês Thomas Vinterberg descarta sem hesitação alguma um recurso que cineastas menores explorariam ao máximo: a dúvida. O que Vinterberg consegue, ao eliminá-la, é competir o espetactador a investir seus sentimentos sem reservas no drama de Lucas, uma vez que desde o início sua inocência está clara para ele. Toda uma vida de convivência estreita com seu círculo de amigos, com os quais se reune para caçar, deveria também comprar para  Lucas um lampejo que fosse de ceticismo: como esse homem poderia ter feito algo assim? Mas o lampejo não vem, sufocado pelo pãnico natural e compreensível com que pais protegem seus filhos. Um único amigo, Bruun ( o ótimo Lars Ranthe), fica  ao lado de Lucas e briga para provar sua inocência. Não porque tenha sido sempre seu amigo mais íntimo, esse seria Theo (Thomas Bo Larsen), o pai de Klara, mas porque é o melhor homem entre todos os colhidos pelo episódio. Numa situação como essa, demonstra Vinterberg, a única inocência presumida é a das crianças: é inconcebível para os adultos que elas mintam, e ainda mais para ferir, porque eles querem crer que elas representam o melhor de sí. Ao acusado restam o nojo e a ignomínia porque adultos são capazes, e a fúria deles vem na mesma proporção da indiferença, violência e ódio que cada um sabe guardar dentro de sí.
Como no filme que lançou, o também estupendo Festa de Família, de 1998, Vinterberg é aqui de um realismo nilista. "Aquele que luta com mostros deve acautelar-se para não tornar-se também ele um monstro", escreveu Nietsche. A cautela, porém, desapareceu no instante em que clara faz sua acusação. E nem a coragem com que Lucas desafia o pai da menina a olhar nos seus olhos e dizer o que vê neles, uma sequência fustigante passada numa missa de Natal, bastará para fazer com que os atores desse drama revertam ao seu estado original. Uma vez que os homens viram monstros, equaciona a cena final, não há como fazê-los voltar a ser homens.


Internacional Homem de Ferro #3 - Guerra Civil II
O passado de Tony volta a perturbá-lo com novos vilões e aliados apresentados.
E Tony fica cada vez mais perto de descobrir a identidade de seus pais biológicos.
Prólogo de Guerra Civil II.